quarta-feira, 19 de março de 2014

Pharrell Williams - A Nova Referência?

Estrela em ascenção

Confesso que não conhecia este artista. Recentemente fiquei a saber que era um dos vocalistas dos "Daft Punk" e que fora nomeado para os Oscares com "Happy". No entanto as suas actuações nos Emmys e Oscares deixaram marcas, principalmente a parelha com Stevie Wonder no mês passado. Este músico, produtor é um Homem talhado para grandes coisas, ao mesmo nível de um Bruno Mars. 

  
Happy - Banda sonora de Gru o mal disposto 2

No entanto tem sido a sua cooperação com o grupo do momento, Daft Punk que tem sido mais valorizado. Resta saber se este artista vai saber amadurecer e estabelecer-se na lista dos intocáveis.
Para já o album a solo afirma-se como um dos albuns do ano, isto depois de ter vencido tudo com os Daft Punk.


segunda-feira, 17 de março de 2014

A Nova F1

Carros cada vez mais dependentes da tecnologia

Falo como apaixonado pela modalidade. Por isso mesmo esperei pela primeira corrida em Melbourne para me expressar pela nova temporada.
Ainda no outro dia falava com outro amigo meu sobre o novo campeonato e pela primeira vez em muitos anos concordámos numa coisa. As mudanças foram muitas e vai demorar muito tempo a habituarmo-nos a isto tudo novamente. senão vejamos:
- Os carros já eram feios há uns bons anos e este ano bateram todas as espectativas, são horrorosos, sem personalidade. Talvez a Williams tenha conseguido o melhor pacote.
Minusculos, confundem-se com outras modalidades inferiores como a F3.
- Os pneus parecem de bicicleta. Com os novos motores turbo e o "encolher" dos carros, verifica-se uma diminuição assutadora das dimensões de tudo e os pneus são pequenos. Saudades dos monstros dos anos 80 e 90. Chegavam a intimidar.
- Os motores são ...er...anedóticos. Aquele barulho dá dores de cabeça. Os 1.6 turbo dos anos 80 gritavam, gemiam, berravam. Já nem falo nos V12, V10 e V8. Motores hibridos com Kers, Ers, DRS, etc, etc. Cada vez ficamos mais dependentes da tecnologia e de ferramentas artificiais.
Moral da história:
Bastou a 1ª corrida para chegar a esta conclusão, depois de perderem 50 milhões de telespectadores em 2013, a F1 começou a nova era e seja ela mais artificial ou não, é ela que temos de "aturar".
Se as novas gerações de espectadores podem adorar estes novos regulamentos, novas tecnologias, as mais velhas como eu sentem alguma nostalgia, pelos carros intimidantes, do topo da sua hierarquia. Hoje os carros parecem banais, não assustam, nem criam um ambiente de magia. Pelo contrário afugentam.
Os pilotos são igualmente cada vez mais novos, sem o carisma dos Homens duros doutros tempos. Ninguém atura certas atitudes de miudos e o Grosjean lidera essa lista interminável.
Tenho pena destes tempos que afastam gente. A FIA quis terminar com o dominio da Red Bull e da Renault, mas fez ainda pior aquando 10 anos antes terminou com o dominio da Ferrari e de Schumacher. A F1 necessita de estabilidade e tirando um ponto aqui ou ali, isto começa a escoar para o afastamento das pessoas. Em relação ao resto, só o tempo dirá quem tem razão, a FIA ou... o resto.

quarta-feira, 5 de março de 2014

Oh boy...Le Mans 2014

Porsche 919 híbrido
 Audi R18 e-tron Quattro
Ligier JS P2


A Porsche confirmou o que se esperava, um motor V4 de 2 litros com turbocompressor. A Porsche anuncia uma potência superior a 500 cv, ligado a uma bateria de iões de lítio capaz de gerar mais de 250 cv nas rodas de frente. Embora o KERS não esteja sempre disponível, é o regresso das altas potências a Le Mans, pois embora a potência verdadeira não tenha sido revelada, deverá ser capaz de atingir os 800 cv sem problemas.
O 919 Hybrid usa uma caixa sequencial de sete velocidades com diferencial traseiro, o depósito de combustível tem 66,9 litros regulamentares, e o peso total do conjunto é de 870 kg. O carro nº 14 vai ser pilotado por Romain Dumas, Neel Jani e Marc Lieb, enquanto o nº 20 vai ter como pilotos Mark Webber, Timo Bernhard e Brendon Hartley. Em teoria, a equipa do nº 14 é mais homogénea e mais experiente.

O JS P2 tem, para já, pouco tempo de vida, pois em 2017 os regulamentos de LMP2 vão ser mudados. A vantagem do carro francês (ou talvez não) é que vai poder ser usado com os vários motores disponíveis para a classe, o Nissan VK45, o Judd HK e o Honda HPD HR28TT. Aliás, a própria OAK, da qual a Onroak é o braço construtor, vai apostar no Honda em vez do mais fiável Nissan em Le Mans.
A Onroak Automotive não tem nenhuma marca registada própria para a construção de motores. Para vender o design baseado no Pescarolo 01, licenciou o nome da Morgan, e para o novo carro fechado chegou a acordo com a Ligier, sendo também responsável pela construção do JS53 Evo da classe CN.
Da Audi ainda não se sabem detalhes
Fonte:
AUTOSPORT




sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

A Porsche

Porsche Macan a nova imagem da marca?

A Porsche continua a ser um caso de estudo no mercado automóvel. Tudo que faz e toca torna-se ouro. A verdade é que merecem, pois onde quer que intervenham, fazem-no melhor que os outros.
Ora, desde que entrou no grupo da VW, a marca tem sido cada vez mais a joia da coroa, com vendas superiores a 70 mil unidades, algo impensável há uns anos atrás. 
Em 2013 a marca teve um lucro de 1,3 mil milhões de euros. Foi a mais lucrativa do grupo.
O Macan, modelo novo lançado este ano tem já as 50 mil unidades esgotadas, quem quiser comprar um modelo Macan, tem de esperar pelo menos 12 meses. Estamos a falar de carros de luxo. 
É de loucos. Isto depois de lançarem o 918 hybrid, super desportivo.
Actualmente a gama abrange 6 modelos e o principal objectivo da marca e do grupo, passa por se tornarem os maiores construtores do mundo. Para isso a Porsche terá de produzir mais de 200 mil veiculos por ano e aumentar a sua gama para pelo menos 8 carros.
Já começam as vozes de alarme preocupadas com a influência da VW que quer transformar a Porsche noutra Audi (que por acaso teve bastantes lucros em 2013). A receita tem resultado, mas depois de criticar a marca por produzir outro SUV, tenho de me render às evidências. Os resultados são surpreendentes. No entanto tenho receio de que com tanta produção em massa, da VW a Porsche venha a sofrer danos colaterais e crescer mais do que de facto necessita e pode, é que crescer´tem sido fácil, mas cair é ainda mais. Depois de produzirem este macan, a Marca planeia um modelo abaixo do Panamera e um desportivo entre o 918 e o 911.
Veremos como a imagem da marca irá ficar no mercado de desportivos exclusivos de luxo. É que para já a Porsche parece cada vez mais uma Audi, BMW e Mercedes, quando deveria ser mais Ferrari, Aston Martin, ou Lamborghini....


segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Ray Donovan

Cada vez mais a televisão tem elencos de luxo.

Descobri só este ano esta excelente série do canal "Showtime". Ray Donovan escrita pela grande Ann Biderman consegue sempre surpreender pela positiva. O mais surpreendente talvez seja o elenco que transitou do cinema e criou já uma série de culto, senão vejamos:
Para já e com apenas 12 episódios com cerca de 55 minutos, a série acompanha a vida de Ray (Liev Schreiber), um homem que tem a função de dar um jeito nos problemas causados pelos ricos e famosos em Los Angeles. Enquanto lida com as neuroses das celebridades ele também precisa cuidar de sua família, em especial seu pai (Jon Voight, de Lone Star), um ex-recluso que tenta voltar a fazer parte de sua vida.
Ray Donovan registrou a melhor estreia de uma nova série na história do canal. O primeiro episódio registrou a média de 1.35 milhões ao vivo, chegando a 6 milhões de telespectadores na soma das reprises, da audiência em DVR (assistidos em um prazo máximo de sete dias) e de outras plataformas. Ao longo da exibição dos três primeiros episódios, a série conquistou a média de 1.04 milhões, com 0.55% da audiência do público alvo, ao vivo.

A série recomeça este ano.


terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Futuro Ambicioso no Espaço

Nos espaço aguardam-nos grandes conquistas

Vi ontem com grande interesse uma palestra dada pela NASA, onde foram abordados temas extremamente ambiciosos e excitantes.
A NASA planeia nos próximos 20 anos colocar seres humanos em Marte, produzir água na Lua e oxigénio em Marte. Estamos a falar de um enorme avanço nas decisões da empresa, talvez em grande parte pressionada por empreendimentos privados que planeiam algo idêntico sem a burocracia governamental. Assim de repente, lembro-me de viagens espaciais abertas ao público geral começam já daqui a um par de anos. Do avanço Chinês e Russo na exploração espacial com viagens á Lua.
Recentemente da India e até projectos europeus que incluem viagens a Marte.
O futuro do Homem é no espaço, disso sabemos todos nós e o nosso sistema solar está aí para ser explorado. Hoje um telemovel (celular) tem mais tecnologia do que as viagens Apollo dos anos 70. Estamos prontos, não percamos mais tempo.
A NASA apresentou uma série de projectos bastante ambiciosos e para começar irão lançar um satélite já este ano, ou mais tardar no ano que vem para Marte, com a finalidade de estudar o campo magnético do planeta pois o planeta perdeu assim toda a sua atmosfera e perdeu todo tipo de vida que albergava.
De seguida irão enviar um novo robot com finalidades diferentes dos que lá estão e para preparar a chegada do homem que será feita mais tardar 2020/30.
Outras sondas irão ser enviadas gradualmente para explorar o universo e outros encontros, como por exemplo com a Lua Europa e até outras luas e planetas.
Paralelamente continua o ambicioso projecto europeu de colocar humanos em Marte e na Lua que contam com o apoio da Nasa e da estação espacial que tem sido fulcral no estudo do efeito da falta de gravidade no ser humano e no estudo ciêntifico e tecnológico.
Foram apresentados alguns conceitos tecnológicos de propulsão e de comunicações que serão usados no futuro em missões espaciais e foram explicadas a finalidades e o porquê das mesmas. O futuro desta vez pertence ao Homem.
  

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Fevereiro é mês de:

Os rapazes estão de volta em Fevereiro