Terminou ontem a última série do franchise Stargate. Bastaram duas temporadas para o canal Syfy decidir cancelar a série mais sombria. Talvez tenha sido esse o seu maior pecado, tentou inovar e afastou-se do tema principal. Principalmente explorou mal alguns temas bem originais e não atingiu a maturidade...até ontem. Ontem tivemos talvez o melhor episódio e aquele que me pareceu ser o mais inteligente. A série soube despedir-se, acabar com honra e deixar uma porta aberta a um possível futuro para aquelas personagens. As cenas finais foram mesmo para recordar!
O final desta série marca igualmente a crise pelo qual passa a televisão em termos de ficção ciêntifica. SGU, foi talvez a única do género dos últimos anos a ser fiel ao género, com o seu cancelamento, vamos ficar com um espaço vazio que dificilmente será preenchido.
Joseph LoDuca, compositor responsável por Bandas sonoras de "Xena", Hercules" e "Spartacus" tem em "Gods of the Arena" um trabalho formidável. Por isso e não só, é uma série tão especial...
Falar nas horas dificeis não é fácil, mas muitas vezes necessário. O futebol passa-me um pouco ao lado, mas a minha alma Benfiquista sofre neste momento. Ainda há um anos estavamos a festejar mais um titulo e este ano tudo se transformou para pior. Perdemos o campeonato no fim, perdemos a taça de Portugal no fim, perdemos a Taça UEFA (Liga Europa) no fim...no entanto e apesar desta desgraça toda sinto orgulho na equipa e de ser Benfiquista. Lutámos por todas as frentes e falhámos mesmo na recta final. Paciência, o futebol é assim mesmo. Não vale chorar sobre leite derramado.
Esta época não é para esquecer, mas sim para recordar. Passaram-se coisas que não se podem repetir. O Benfica é grande demais para ouvir desculpas esfarrapadas por causa disto ou daquilo. Não quero luzes apagadas, nem regas ligadas. Não quero ouvir falar de árbitros e não quero bocas e respostas "À Porto". Somos diferentes e sempre me ensinaram que eramos diferentes. Até na derrota. Devemos reagir e erguermo-nos mais fortes para a próxima época.
Não posso fechar este capítulo sem dar os parabéns.
Reconheço a superioridade do Porto este ano e quero dar-vos (equipa e adeptos) parabéns por terem construido uma equipa fantástica que ganhou quase tudo este ano. Não me desculpo com árbitros, assim como vós não precisavam do túnel no ano passado. Como Adepto de clube rival não gostei de certas coisas, mas admirei a vossa carreira na liga Europa (UEFA) e gostei muito de ver Falcão e Hulk. Para o ano contem connosco!
Ao Braga! Parabéns ao clube, há cidade, aos adeptos. Estou a escrever isto e a ver os festejos na televisão da passagem à final, depois de eliminarem o meu Benfica. Por isso fico feliz por ver a façanha do clube que eliminou grandes equipas e tem todo mérito no que alcançou nos últimos anos. Ao Domingos uma sincera homenagem.
O Sporting é dificil falar. Foi um ano horribilis para os adeptos e dirigentes. Cá em casa metade da familia é do sporting e são clubes da mesma cidade do meu Benfica e as coisas até nas desgraças sentem-se mais. Espero um clube revitalizado para o ano, para bem do nosso futebol que precisa de um Sporting forte. A sério.
Para o Benfica, que ilações a tirar?
Manter a estrutura. O treinador merece confiança. Não nos esqueçamos que colocou a equipa a jogar futebol. Reforçar alguns sectores e deixar sair alguns que já estão a mais no clube. Mas principalmente evitar desgaste fisico como este ano. A equipa nunca andou bem fisicamente, exceptuando em janeiro. Terminou a época de rastos e pagámos caro por isso. Meus caros amigos, Para o ano temos mais. Força Benfica!
E como dizia a minha avó: " ...azar é um tipo morrer! O resto...resolve-se!"
Já me tinham falado deste jogo, aliás a critica elege Red Dead Redemption, como um dos melhores jogos de 2010/2011. Casmurro como sou, (tipo ver para crer) adiei a compra deste jogo, pois dificilmente sou influênciado por criticas ou conselhos, no que diz respeito a jogos. Ainda para mais, depois de jogar Alan Wake, Halo Reach e Splinter Cell Conviction convenci-me de que pouca coisa me iria surpreender este ano. Gosto de comprar e jogar com qualidade. Quero dizer que irrita-me gastar uma fortuna que são os preços dos jogos e ter desilusões, como já aconteceu no passado.
A grande responsável pelo jogo, a Rockstar Games, é uma das principais empresas do negócio e tem uma fama intocável no universo dos jogos. Entre outros foi a grande responsável por Grand Theft Auto (GTA), L.A. Noir, entre outros.
O jogo é de curtar a respiração! Tem uma jogabilidade excelente, com gráficos de outro mundo. Banda sonora, argumentos, story line, as personagens, os sotaques, enfim..., para um fan de westerns como sou, parece que estou a entrar no meu próprio filme. É só o melhor jogo que joguei até hoje. Esta é a melhor critica que lhe posso fazer. Aliás só o facto de escrever sobre o jogo faz dele algo especial. Não gosto de falar de jogos, existem milhares de sites e blogs sobre isto.
O melhor além disto tudo é que o jogo dura e dura e não acaba, tal a imensidão de terreno a explorar e missões paralelas. Construimos mesmo uma vida com esta personagem que tem um começo épico no jogo.
A produção deste jogo foi mesmo equivalente a um filme de média envergadura. O nível de jogos e a qualidade das consolas actualmente permite evoluir estas produções a escalas nunca vistas e não se preocupem, pois as vendas e os lucros permitem-no. Numa entrevista recente, o director da Rockstar disse que estava de dedos cruzados, pois necessitava de vender pelo menos 5 milhões de unidades para o jogo ser rentável, já vendeu 3 vezes esse valor em poucos meses...
Jogos estão cada vez mais originais
Isto levanta outra questão:
Os jogos estão cada vez mais originais e originam cada vez mais filmes e não ao contrário como antigamente sucedia. Se até aqui andavam as duas de mão dada, agora com a fuga de técnicos e argumentistas para o universo dos jogos, coloca-se a questão de como o cinema vai reagir?
Sinopse:
Red Dead Redemption combina uma incrível experiência cinemática com uma acção de jogo profunda e envolvente, passada nas vastidões do Oeste americano numa altura de violenta mudança e amotinação. Proporciona uma poderosa combinação de aventura em mundo aberto e de combate assente numa banda sonora original.
Tu és John Marston, um antigo fora-da-lei com um horrível ultimato que forma o ponto central desta sombria história épica. Neste mundo brutal, és confrontado com enforcamentos, assaltos a comboios, emboscadas e ataques de animais selvagens.
Usa o teu Dead-Eye, o Olho da Morte, para abrandares o decurso do tempo e apontares o alvo a vários pontos de cenas de acção emocionantes e incrivelmente tensas, doma e monta cavalos e muito mais, num mundo inteligente e realista que regista as tuas acções e reage de acordo com as mesmas.
• Vagueia através de um imenso mundo aberto e explora uma espantosa recriação do início do século XX na América, cheio de vastos ocasos solares, paisagens destruídas pelas condições climatéricas e cidades de fronteira
• Envolve-te em tiroteios épicos, com uma vasta selecção de armamento, incluindo pistolas, espingardas e muito mais
• Participa em missões paralelas e mini-jogos, incluindo o penoso Five Finger Fillet
Uma série para todas as idades. Foi transmitida entre 1977 e 1986. Tinha algumas personagens marcantes e criou momentos de grande comédia e harmonia.
As personagens fixas da série eram os membros da tripulação, e entre elas destacavam-se o capitão do navio Merrill Stubing, a directora do cruzeiro Julie McCoy, o barman Isaac Washington, a filha do capitão, Vicky Stubing, o médico Adam Bricker e o comissário de bordo Burl Gopher Smith . Estes personagens fixos tinham papéis e caracteres bem definidos.
9 - Uma Casa na Pradaria
Uma série mágica. Os episódios são baseados nas memórias da já falecida Laura Ingalls Wilder, cuja colecção de livros "Little House" desenham um retrato realista da vida dos pioneiros nas longínquas terras do Oeste americano há mais de 100 anos atrás.
Os Ingalls, procuram o sonho Americano e chegam à conclusão de que têm que lutar por cada centímetro de terra em que tocam... por cada pedaço de terra que plantam. Lutar contra a doença, a natureza, os preconceitos locais, os rigores de um clima hostil.
Era o ano de 1878, a corrida à terra era grande e, entre os muitos que partiram em busca de uma nova vida na nova terra estavam os Ingalls:
Charles, a sua jovem mulher Caroline e as três filhas Mary, Laura e Carrie. Colocandos os seus escassos pertences dentro de uma carroça, depediram-se dos amigos e da família e seguiram o trilho do Oeste que os conduziria à sua nova casa em Plum Creek, nas planícies do Minnesota.
8 - Heidi
Heidi é uma história sobre a vida de uma menina órfã Suíça e foi escrita como livro infantil em 1880 pela escritora suíça Johanna Spyri. Foi adaptado para a televisão em banda desenhada pelos famosos realizadores Japoneses Isao Takahata e Hayao Miyazaki em 1974.
Heidi tinha 5 anos quando perdeu seus pais e foi morar com sua tia. Porém houve uma crise e a tia não poderia mais sustentar a menina, então resolveu deixá-la com o avô, da parte do pai. Ele era um homem frio e carrancudo que cuidava de cabras no alto dos alpes. Trabalhava com ele um menino chamado Pedro.
Esta história baseou-se em acontecimentos reais.
7 - Boardwalk Empire
Criada por Terence Winter, um dos argumentistas da série “The Sopranos”. A série tem como base o livro “Boardwalk Empire: The Birth, High Times, and Corruption of Atlantic City”, de Nelson Johnson, advogado e historiador que vive na cidade. Na série vamos voltar ao ano 1920 e descobrir detalhadamente a fascinante e conturbada história do político/gangster Nucky Thompson e a forma como ele comandou Atlantic City escapando à lei.
Elenco de luxo, com Steve Buscemi, Michael Pitt, Kelly Macdonald e Michael Shannon
6 - Conan, o rapaz do futuro
Uma série épica.
O protagonista da série, Conan, é um miúdo de 10 anos de idade que cresceu na 'Ilha Perdida' ao cuidado do seu avô. Conan é muito forte, e consegue até segurar o seu próprio peso apenas com os dedos dos pés. Conan está ligado telepaticamente com a Lana.
A série retrata as aventuras do Conan e da Lana. Entre os sobreviventes encontram-se os que tinham começado a guerra e que continuam a lutar para tomar o poder de todo o planeta. Conan e os seus amigos lutam contra eles de muitas formas, até através do poder telepático com os animais.
A série expõe com muita evidência valores de amizade, respeito pela Natureza e pela Vida. Uma série maravilhosa para todas as idades.
5 - Spartacus
Spartacus retrata na perfeição o melhor que se tem feito na televisão no século 21.
A série é focada em Spartacus, o famoso escravo que se tornou gladiador e liderou a mais célebre revolução da Roma Antiga. A história foi narrada em diversos livros, telefilmes e banda desenhada, sendo adaptada para o cinema por Stanley Kubrik. O forte da série é a qualidade de fotografia, argumento e efeitos especiais, tendo uma forte componente sexual e violência visual. Este ano foi realizada uma prequela e a segunda temporada começa ainda no fim deste Verão. Imperdível.
4 - Perdidos
A mais original série dos últimos 30 anos tinha todos argumentos para ser a melhor de sempre. Infelizmente a pressa em terminar a série com dignidade acabou por estragar o final. Perdidos merecia mais uma temporada e ter tempo para explicar bem as coisas e não terminar como terminou. Para muitos fans, o final foi pouco dignificante. Mesmo assim durante 6 anos colou ao televisor milhões de fans.
A série teve um estilo único que seguia dois tipos de histórias não ligadas entre si: primeiro, a luta dos sobreviventes do desastre para sobreviver e viver juntos na ilha, e segundo, a vida das personagens principais, antes do desastre, através de retrospectivas pessoais, os flashbacks, flashfowards e flash side-ways.
3 - Galáctica
Poucos se lembrarão da sua estreia, mas em muitos aspectos foi uma revolução na televisão.
A Galactica é uma futurística nave espacial do tamanho de uma pequena cidade, que viaja através de um distante espaço sideral, acompanhada por vários veículos espaciais, todos a fugir à destruição da raça humana. Liderados pelo Comandante Adama, estes sobreviventes começaram uma viagem em direcção a uma colónia irmã, localizada numa galáxia longíqua - um planeta chamado Terra.
Uma série de culto dos anos 70 que se distinguiu pelas suas sequências de acção, com batalhas espaciais recheadas daquilo que eram então os mais avançados efeitos especiais. Mais tarde foi estreada a continuação quase 30 anos depois, com um enredo novo e efeitos especiais de vanguarda, mas nunca se aproximou em magia e inocência. Esta é a original.
2 - Irmãos de Armas
Spielberg aventurou-se na televisão em parceria com Tom Hanks e em 2001 criaram uma autêntica obra - prima.
Baseado no best-seller de relatos verídicos de Stephen E. Ambrose, "Irmãos de Armas" conta-nos a história do 506º Regimento da 101ª Divisão Aero-transportada do Exército Americano. Começando com o seu rigoroso treino na Geórgia em 1942, mostra-nos os feitos desta companhia de elite desde o "Dia D" até à queda da Alemanha Nazi e à sua rendição. Concebida a partir de horas de entrevistas com sobreviventes, bem como de diários e cartas de soldados, Irmãos de Armas é a crónica de uma unidade que sofreu enormes baixas e cujos soldados se tornaram verdadeiros heróis americanos.
1 - Uma familia às direitas
All in the Family (Uma Família às direitas em Portugal e Tudo em Família no Brasil) era uma sitcom transmitida na década de 70 e que continuou a fazer sucesso nas décadas seguintes aquando da sua transmissão por canais de outros países. Devido ao seu humor, algo muito à frente do que era feito na altura, esta série conquistou as pessoas devido à sua abordagem natural de temas nada habituais na TV Norte-Americana da altura como por exemplo: Racismo, Homosexualidade, Impotência, Menopausa, Direitos das Mulheres e Violações.
A qualidade da série reflectia-se nas audiências já que a mesma conseguiu a proeza de ser nº1 de 1971 a 1976 (só mais duas séries conseguiram esse feito Cosby show e American Idol) e hoje em dia sempre que há sondagens feitas por revistas ou sites, a mesma anda sempre pelos lugares cimeiros. Archie Bunker continua a ser considerado a melhor personagem de sempre na TV e partes da série, como o seu sofá e a cadeira da sua esposa, encontram-se em museus como o Smithsonian dos EUA.
A série incidía sobre uma família a viver nos subúrbios Norte-Americanos composta por: um veterano da 2ª Guerra Mundial e trabalhador numas docas, uma dona de casa ingénua e bem disposta, a sua filha que começa a despertar para as lutas pelos direitos das mulheres e o seu marido, um estudante polaco envolvido ainda em todas as políticas sociais dos anos 60. A imagem de marca da série começava logo no seu genérico particular cantado pelos 2 protagonistas e que ainda hoje é reconhecido logo aos primeiros acordes.
Estes casos são raros, mas bem vindos. Amor Electro é das mais recentes banda portuguesas e deixou toda gente de queixo caído especialmente com o extraordinário "A Máquina". Não só lidera tabelas, como deixou toda gente viciada na música.
Mariza Liz é a voz e a grande responsável pela formação desta banda. Com uma enorme presença em palco (já lhe chamam a Stevie Nicks portuguesa). Mas nem só dela depende este sucesso. Membros muito experientes de outros projectos anteriores, comprovam a qualidade da banda, como Tiago Pais Dias,Ricardo Vasconcelos e Rui Rechena.
A sonoridade da banda parece uma mistura de fado com pop. Promete.
Dana Delany lidera um elenco e uma série promissora
Depois de tantas séries de hospitais, advogados e vampiros, a televisão aposta cada vez mais em séries adultas com mulheres com forte personalidade a encabeçar o seu elenco. Pode parecer estranho, mas depois de "Desperate Housewives", deu-se a alteração do alvo a atingir. O grande público feminino é grande e tem sido esquecido no passado, mas as coisas estão a mudar. Vários exemplos me vêm à cabeça, mas depois desta nova e excelente série policial, Body Of Proof se dúvidas houvessem, quem manda agora na televisão, elas rápidamente foram dissipadas. Falemos de outros exemplos que têm sido falados.
Julianna Margulies, a grande actriz na tv do momento
The Good Wife, é possivelmente o melhor exemplo, além de contar com a melhor actriz da tv do momento conta ainda com um elenco secundário feminino extremamente forte e de qualidade. A série transmite mesmo essa mensagem com diferentes tipos de mulheres, mas todas com grande personalidade. Além disso a qualidade das actrizes tem feito toda a diferença e o argumento é excelente. A produção está a cargo dos intocáveis irmãos Scott, realizadores de cinema miticos.
Santuary segue o mesmo caminho das outras séries, mas vai ao extremo
A série canadiana, liderada por Amanda Tapping é a série mais musculada e original. A busca por seres especiais tem criado uma autêntica legião de fans fieis ao elenco e série. Pode não ter a qualidade de argumento de The Good Wife ou diálogos de Body Of Proof, mas é sem dúvida a mais amada entre os fans masculinos. Continua a surpreender e tem cada vez mais força.
Lucy Lawless, é o melhor do que se faz na televisão no momento
Guardei para o fim, aquela que para mim, tem sido a grande heroína no feminino na televisão do momento. Não falo da sua personagem, mas sim da actriz, Lucy Lawless. A actriz teve o condão de lançar uma série desconhecida ao estrelato em poucas semanas, muito devido ao seu estatuto. Spartacus é um franchise masculino, virado para o sexo, violência e sangue. É a melhor coisa que se tem feito ultimamente, mas dificilmente se daria crédito a uma personagem feminina. Isso não tem acontecido felizmente para a série. As restantes actrizes secundárias têm sido fantásticas mas esta é muito especial. Aliás a mulher tem um papel preponderante. Isto faz toda a diferença e acho mesmo que custaria muito mais perdê-la do que custou substituir o actor principal para a segunda temporada.