O álbum do ano para mim está escolhido. Aretha Franklin
Aos 72 anos, a Dama do Soul homenageia divas em novo disco
Rolling in de Deep, de Adele. É a primeira música do seu novo disco,Aretha Franklin Sings the Great Diva Classics, que deve ser lançado em 21 de outubro.
O novo álbum de estúdio do AC/DC será lançado no dia 2 de dezembro. Foi gravado no Warehouse Studio, em Vancouver.
Regresso de Pierce Brosnan ao género de espionagem
Com o final do ano à porta, os últimos 3 meses do ano apresentam-nos sempre as melhores opções de cinema.
"November Man" é um desses casos, principalmente porque vemos Pierce Brosnan regressar a um tipo de cinema onde é mestre. O da espionagem.
Longe de parecer um Bond reformado, é um regalo ver Pierce nestes filmes de acção. Muito bem escrito, interpretado, o filme não desilude, mas está longe de ser uma referência no género. Fica no entanto registado o facto de vermos bons velhos actores num género de filmes cada vez mais raros nos dias de hoje.
Pierce Brosnan assumiu que se afastou intencionalmente deste tipo de filmes depois de deixar James Bond. Marcou-lhe mesmo a carreira o facto de ter deixado a personagem de Bond. Por isso tantos anos depois foi bom vê-lo de novo de arma em punho. Só por isso vale a pena ver o filme. O resto são cerejas no topo do bolo.
Primeiro tivemos o lançamento do novo Vodka Queen. Depois um album novo gravado há 40 anos atrás e agora em novembro iremos ter o tão aguardado e desejado album novo duplo com algumas musicas originais.
Muita coisa para assimilar? Não fique baralhado, é que "Queen Forever" não passa de mais uma compilação de canções românticas da banda que serão lançadas com 3 temas inéditos (ou não) da banda, onde se inclui um dueto com M. Jackson e uma reedição de "Love Kills" desta vez transformada em balada, ideia original da banda, antes de Freddie lançar a música num projecto a solo e mais disco.
Desde o inicio do ano, mais coisa menos coisa, que se fala imenso deste novo albúm. Principalmente por causa dos duetos de Freddie e Michael. Paralelamente foram saindo noticias que iriam editar novas canções originais com voz de Freddie, ao estilo Made in Heaven. Muita gente sonhava já com um album novo de originais e a banda não desmentiu. Por isso agora têm surgido sinais de enorme desilusão por parte dos fans que sonhavam com um novo album de originais.
Se lhe serve de conforto, as 3 que apareceram valem o album todo e pelo menos teremos uma canção nova 20 anos depois de Made in heaven.
Queen Forever - Lista de musicas
Disc One ‘Let Me In Your Heart Again’ ‘Love Kills – The Ballad’ ‘There Must Be More to Life Than This (William Orbit Mix)’ ‘Play the Game’ ‘Dear Friends’ ‘You’re My Best Friend’ ‘Love of My Life’ ‘Drowse’ ‘You Take My Breath Away’ ‘Spread Your Wings’ ‘Long Away’ ‘Lily of the Valley’ ‘Don’t Try So Hard’ ‘Bijou’ ‘These Are the Days of Our Lives’ ‘Nevermore’ ‘Las Palabras De Amor’ ‘Who Wants to Live Forever’
Disc Two ‘I Was Born to Love You’ ‘Somebody to Love’ ‘Crazy Little Thing Called Love’ ‘Friends Will Be Friends’ ‘Jealousy’ ‘One Year of Love’ ‘A Winters Tale’ ‘‘39′ ‘Mother Love’ ‘It’s A Hard Life’ ‘Save Me’ ‘Made in Heaven’ ‘Too Much Love Will Kill You’ ‘Sail Away Sweet Sister’ ‘The Miracle’ ‘Is This The World We Created’ ‘In The Lap of the Gods … Revisited’ ‘Forever’
Ok, não se fala de outra coisa. Os Queen lançaram mais um grande álbum duplo ao vivo, o lendário concerto de 1974 no Rainbow.
Parecem fresquinhos, mesmo em inicio de carreira, com um som tremendo e novos. Estes concertos de 74 abrangem o ano todo, de março a Novembro, pelo meio o Brian esteve doente e a banda aproveitou o interregno da tour para lançar o 3º álbum de originais. Daí a diferença de som entre diversos concertos da mesma tour.
Se puderem, vejam o concerto em DVD e depois em áudio para se deliciarem com a qualidade. Parece difícil de acreditar mas já lá vão 40 anos...
Freddie e John na frente do concerto.
Freddie e John têm um desempenho notável no concerto. Com o passar dos anos as pessoas tendem a esquecer as qualidades e a importância de quem não está e este concerto vem repor um pouco essa verdade.
Gostaria de referir igualmente o set pesado quase a roçar o heavy metal que a banda tocavam na altura. O prazer de ouvir "Father to Son", "White Queen", "Modern Times", "Ogre Battle", "Leroy Brown"...etc, isto não são nada musicas comerciais e pouca gente conhece-las.
1."Procession" (Brian May) – 1:18
2."Now I'm Here" (May) – 4:57
3."Ogre Battle" (Freddie Mercury) – 5:31
4."Father to Son" (May) – 5:55
5."White Queen (As It Began)" (May) – 5:34
6."Flick of the Wrist" (Mercury) – 4:07
7."In the Lap of the Gods" (Mercury) – 3:20
8."Killer Queen" (Mercury) – 5:34
9."The March of the Black Queen" (Mercury) – 1:36
10."Bring Back That Leroy Brown" (Mercury) – 1:41
11."Son and Daughter" (May) – 3:45
12."Guitar Solo" (May) – 4:41
13."Son and Daughter (Reprise)" (May) – 2:14
14."Keep Yourself Alive" (May) – 5:34
15."Drum Solo" (Roger Taylor) – 0:51
16."Keep Yourself Alive (Reprise)" (May) – 1:24
17."Seven Seas of Rhye" (Mercury) – 3:28
18."Stone Cold Crazy" (Mercury, May, Taylor, John Deacon) – 2:40
19."Liar" (Mercury) – 8:40
20."In the Lap of the Gods... Revisited" (Mercury) – 4:10
21."Big Spender" (Cy Coleman, Dorothy Fields) – 1:31
22."Modern Times Rock 'n' Roll" (Taylor) – 3:12
23."Jailhouse Rock" (Jerry Leiber, Mike Stoller) – 4:08
24."God Save the Queen" (Traditional, arr. May) – 1:18
Boardwalk Empire termina este ano. Para mim a melhor série dos ultimos 10 anos a par de Breaking Bad.
Afiem as facas, carreguem as armas, vem aí uma luta sem tréguas. Vai começar a luta pelas audiências e as programações televisivas vão estrear a suas melhores séries.
Na primeira linha temos a HBO, CBS e NBC sem qualquer pudor em estrear novas temporadas de séries carismáticas. Tudo ao mesmo tempo.
Boardwalk Empire, Downton Abbey, The Good Wife, já esta semana.
Depois, Person of Interest, Blue Bloods e Once Upon a Time.
Para acabar em beleza teremos ainda entre outras, Haven, Agents of Shield, e Ressurection.
De referir que The Last Ship, foi a série do verão e que não se entende como se cancelou Longmire. Não cabe na cabeça de ninguém cancelar a série que liderava as audiências do canal A&E. Alguém deve ter sido despedido...
Não deixa de ser importante que quase 24 anos depois da sua morte, ainda faça capas de revista.
No mesmo Verão em que Queen+Adam Lambert fazem uma tour de sucesso, diga-se de verdade, não podemos relegar no esquecimento o papel de Freddie e John na história dos Queen, passando para um papel muito secundário o papel que Q+AL representam no momento.
A Blitz de Setembro dedica um importante tópico sobre o relevo que a banda teve em concertos, principalmente no Live Aid.
Em breve irá ser lançado um novo DVD da banda com um concerto dos anos 70 e um album de originais em Dezembro.
Para publicitar o novo DVD dos Queen em spots publicitários, aparecem imagens de Freddie Mercury e John Deacon.
A tentativa de afastamento de imagem do passado e do presente é evidente nos spots publicitários da tv. Percebe-se que embora tenha tido uma critica positiva, Adam Lambert agrada principalmente aos fans de Adam Lambert.
Os fans mais antigos embora aceitem de algum modo que Brian e Roger sigam com o legado, não misturam as coisas e o que realmente vende é Freddie Mercury.
Ricciardo - piloto australiano da Red Bull tem sido a melhor surpresa num ano insipiente
O recente anuncio da Toro Rosso que contratara Verstappen de apenas 17 anos para 2015, abriu a "pestana" a muita boa gente que tem aceite com bons olhos as alterações que têm vindo a ser efectuadas na F1. Deixou apenas de ser a desculpa da evolução e da segurança. Taxativamente foi uma contratação de imagem e propaganda.
A queda significativa de espectadores e telespectadores, patrocinios e equipes de qualdade começam a preocupar e de que maneira, não só os responsáveis, mas igualmente os apaixonados pelo desporto máximo que é a F1.
Ainda recentemente fora atacada por todas as frentes na mitica prova das 24h de Le Mans, de facto a F1 atravessa um período negro, onde nem sequer o despique Mercedes ao rubro com Hamilton e Rosberg aos encostões acendem o entusiasmo.
A culpa não morre solteira, para muitos espectadores, além de não gostarem dos preços dos bilhetes e dos canais premium, queixam-se da falta de "alma" dos carros, com um barulho fraquinho sem assustarem ninguém. Para mim a maior falha está nos principais intervenientes. Os Pilotos! Formados cada vez mais novos, não é raro ouvir na televisão um campeão queixar-se de A,B ou C. Sem personalidade, ou garra para seguirem em frente e pararem de se queixarem disto ou daquilo.
Com contratações de pilotos com 17 anos vamos longe...
Mais do que o Actor e a sua qualidade artística, perdeu-se um ser Humano enorme. Este tem sido um ano péssimo para o cinema e para a cultura em geral. A morte de Robbin foi terrível, não só pelas circunstancias, mas pela figura que representa.
Quando me lembro do artista, lembro-me do Popeye, do Aladim, do Rei Pescador, dos inúmeros papeis que executou e dos prémios que ganhou. Não tinha rival na comédia actual, só acompanhado ao longe por Jim Carrey.
Deixo-vos alguns dos momentos que para mim foram e serão eternos na vida de Robbin Williams:
Novo filme de Scarlett é enervante, confuso, esquisito. Por isso mesmo é possivelmente um dos filmes do ano. A actriz está fenomenal.
Jonathan Glazer demorou 9 anos a realizar o seu terceiro filme e pode-se dizer que este "Under the Skin" é um dos filmes mais complexos que vi até hoje.
O filme relata a história de uma estranha mulher que conduz uma carrinha Ford pelas ruas de Glasgow á procura de homens solteiros, onde os atrai para um local secreto para consumar o seu acto ...que não é sexual, mas sim devorador. Literalmente.
A actriz faz um papel determinante e excepcional. O filme vale pela sua interpretação e qualidades fisicas e interpretativas. No final do filme fica a dúvida se o que vimos foi uma obra prima ou uma enorme "banhada" tal a complexidade do argumento e twist final. Mas poucos filmes nos deixam com tamanha vontade de rever de novo. Nem que seja só para rever Scarlett.
A vida prega-nos partidas. É-me dificil falar de Michael. Sou Pai e da idade dele. Ferrarista e principalmente amante de F1 (agora nem tanto).
Custa-me ver o final de uma vida nova e boa ser desperdiçada em estado vegetativo numa cama.
Como todos sabem o antigo piloto teve uma queda aparatosa a praticar ski e bateu com a cabeça numa rocha.
Desde então médicos e familia têm feito de tudo para o salvarem. Já lá vão 6 meses que foi induzido em coma para atenuar os efeitos da pancada, mas apesar dos esforços médicos para o acordarem, fica cada vez mais dificil tal acontecer.
Depois de 20 anos de Formula 1, não deixa de ser ingrato e irónico que uma pessoa que colocou em risco a vida na sua profissão venha a ter um destino trágico como este em que se encontrava a esquiar com o filho.
O final está à vista de todos, creio que só um milagre o salvará e em que condições ninguém saberá.
Para um piloto vitorioso e mitico nas pistas, que ressuscitou a Ferrari e nunca será esquecido, pelo menos por esses milhares de tifosi e amantes da modalidade.
Andará ao lado dos pilotos miticos da modalidade como fangio, prost e senna. Talvez fosse preferivel ter morrido na pista como creio que preferisse, mas também venha o diabo e escolha. Droga de vida...
Tom Selleck - Quando o sorriso e o bigode são a imagem honesta de um actor
Sigo a carreira do Tom Selleck desde os primórdios, talvez desde o inicio dos anos 80, onde marcou a minha juventude com a imagem do detective Magnum.
O bigode, o Ferrari e o mais honesto sorriso da televisão e cinema. Aquilo não era representar, aquilo era Tom Selleck e isso é honestidade.
Quando se tem tantos anos de actor e produtor e este nunca te desilude, é um caso de sucesso na industria?
Tom passou ao lado de uma grande carreira no cinema, não se pode afirmar que seja um actor muito expressivo, dado a grandes dramas, mas quando se é honesto consigo próprio e nos dá aquilo que melhor tem, o público reage, pois nunca se viu ali um acto de fingimento ou pretensão.
Tom, ficou igualmente conhecido por ter recusado o papel de Indiana Jones e o seu papel mais famoso no cinema, talvez seja a sua participação na comédia Três Homens E Um Bebé.
Desde então dividiu-se em trabalhos televisivos e esporádicamente em cinema. Mais recentemente interpretou um icónico papel numa série de telefilmes para a CBS, no papel de um sheriff alcoólico "Jesse Stone". Os filmes eram baseados nos livros de Robert B. Parker e foram um sucesso imediato. Estranhamente nunca estrearam em Portugal. O falecimento do escritor antecipou o final desse capitulo, mas não o de Tom como actor.
Recentemente iniciou outra parceria com a CBS e integrou o elenco de mais uma série policial Blue Bloods onde interpreta um papel feito à sua medida como comissário da policia "Frank Reagan".
Existem outros papeis e trabalhos que seriam relevantes, mas ao fim de uma carreira prestigiante a sua imagem de integridade e honestidade como actor e ser humano prevalecem.
O mesmo se passa na sua vida privada, transmitiu sempre esses valores. Mesmo sendo feroz defensor dos direitos de porte de armas nos EUA, que já lhe valeram alguns amargos de boca, entre elas a famosa entrevista televisiva onde foi duramente criticado pela apresentadora, Rosie O'Donnell no The Rosie O'Donnell Show por ter feito um anuncio a defender o uso a auto defesa e uso de porte de armas.
Quem conhece bem a Porsche, sabe a origem do modelo Targa. As rigidas leis de segurança dos EUA, anti capoteamento condenaram à morte todo tipo de veiculo cabriolet, os chamados descapotáveis. Como solução, a marca criou um arco de segurança e arranjou a solução de retirar a parte superior da capota.
Durante mais de 30 anos a lei chumbou, e o conceito fora tão inovador, que a Porsche continuou a fabricar este modelo com soluções diferente.
No modelo 991 e depois de ter sido copiada tantas vezes, inovaram o conceito e mecanizaram o processo. Voltou o arco de segurança e a solução surpreendeu toda a gente, inclusive o quadro da direcção da empresa que aplaudiu de pé a solução encontrada.
Hoje é dificil encontar no mercado outro modelo assim e se o 911 tem várias configurações, este é o mais original.
Conceito BMW i. A BMW i é a marca sinónimo de automóveis elétricos visionários, associada a serviços de mobilidade, design inspirador e a uma redefinição do conceito "Premium", fortemente marcado por uma abordagem holística: a BMW i concebe veículos à medida, focando a sustentabilidade na cadeia geral de criação de valor, redefinindo o significado da mobilidade pessoal com uma gama de serviços complementares de mobilidade.
BMW I3 e I8
Elétrico por natureza: o conceito de mobilidade BMW i permite viver um quotidiano integralmente elétrico que fascina antes, durante e depois de conduzir. Porque a BMW i é muito mais do que um mero veículo, oferecendo inovadores serviços de mobilidade que satisfazem todas as aspirações.
Benfica conquistou hoje o triplete, venceu todas as competições e ainda foi à final da liga europa, antiga taça UEFA, onde foi vencido por penaltis, depois de 2h de jogo.
Como já dei aqui os parabéns a outros, hoje dou ao grande BENFICA.
É caso para dizer que os melões da época passada foram devolvidos com juros...
Se tivesse que apostar numa estreia televisiva deste ano, sem dúvida que este "Penny Dreadful" estaria na linha da frente. Quem conhece bem o canal de cabo Showtime, sabe que a qualidade é garantida, não fosse este o canal responsável por Dexter, Ray Donovan ou Homeland.
Penny Dreadful é a nova referência da televisão em termos de terror psicológico adulto, algo que começava a escassear na tv. A fórmula de Supernatural e Grimm não chegam a assustar com uma vertente menos séria que esta nova série.
O elenco é excelente, com actores de cinema, algo que começa a ser normal.
Este ano temos um Maio tranquilo. O mais estranho é que dentro de um 2014 cheio de novidades, o mês Maio marca o virar de página em termos de novidades.
Vão terminar dezenas de temporadas de séries importantes e no cinema poucas estreias. Com o mundial à porta, o futebol ganha ainda mais protagonismo neste final de campeonato emocionante. mas não foi isso que me trouxe aqui hoje.
Ressurrection, Blue Bloods, Once Upon a Time, Agends of Shield, Person of Interest, Elementary, Grimm, Mentalista, The Good Wife, Supernatural, vai tudo terminar deixando um vazio nos horários televisivos.
No cinema também teremos pouco de relevo a relatar, talvez a estreia de Godzilla seja a estreia mais relevante do mês. Como disse estranhamente calmo e declaradamente o virar de página do ano com o campeonato do mundo de futebol a influenciar todo o negócio de estreias tanto televisivas, como cinematográficas.
A HBO é mais um caso de qualidade dos canais de cabo. Séries pequenas com grande qualidade. Já foi assim no passado e é assim no presente. Este "True Detective" com dois dos melhores actores da sua geração Matthew McConaughey, Woody Harrelson e a mais nova actriz Michelle Monaghan embarca num drama sem precedentes na televisão por cabo.
Nic Pizzolato criou uma das séries mais cruéis que apareceram na televisão recente. O seu titulo de lançamento exprime bem o contexto da série. "O Homem é o ser mais cruel..."
Produzida pelos 2 actores principais, a série conta a história de dois detectives que começam a desvendar um caso macabro do assassinato de uma jovem e que mais tarde se vêm envolvidos numa teia de acontecimentos e ligações terriveis. Desaparecimentos de crianças, assassinatos crueís e adoração ao diabo. A juntar a isto tudo duas mentes conturbadas pelo passado e pelo presente.
A série foi multi premiada e tem já agendada uma 2ª temporada que não estava para já prevista. No entanto o sucesso foi tal que o canal se viu obrigado a encomendar outra nova temporada.
O principal destaque a meu ver vai para o elenco e para as suas interpretações. Embora ache que alguns pormenores foram exagerados, não posso deixar de referir que quase todo o elenco veio do cinema.
Para quem gosta de séries deste tipo e não tem medo do escuro, esta mini temporada de 8 episódios deve estar no topo de prendas a pedir ao Pai Natal.